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terça-feira, 5 de novembro de 2019

TEXTOS - SÉRIE MULHER PLENA

TEXTOS - MULHER PLENA

COMO CHEGUEI AOS 40 ANOS ME SENTINDO PLENA?



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INÍCIO DA SÉRIE - PLENA AOS 40


Esta vai ser uma pequena série de fotos (no insta e face) e vídeos (no youtube) meus em posturas do Yôga, somados aos meus textos com reflexões sobre esse período tão importante na minha vida que é meu aniversário de 40 anos.

Estou muito feliz de chegar nessa mudança de década me sentindo Plena.
O que isso significa?

Significa que conquistei a Saúde Total e Integral!
É um estado de saúde física, psicológica, emocional, mental, relacional e sexual! Tenho disposição para executar todas minhas atividades e meus projetos, com alegria e bom humor! Também tenho vivido muitos momentos de estado de graça, aquela sensação de estar feliz por nada, apenas por existir! E por último, tenho me sentido a mulher mais linda do universo (do meu universo é claro)! hahaha

Quero compartilhar com vocês um pedacinho dessa incrível sensação, com o intuito de mostrar que não importa a nossa idade cronológica! Prolongamento da Vida, Beleza, Bem Estar e Qualidade de Vida é uma construção possível em qualquer idade, bastando escolhermos um caminho que nos leve a essa Saúde Total e Integral.

Desejosa de colaborar com a Evolução das Mulheres ao meu redor, espero que vocês aproveitem e compartilhem comigo seus sentimentos e impressões!

Forte Abraço
Adriana Freitas🌹❤
http://freitasadriana.com.br/



OLHAR PARA DENTRO DE SI MESMA




De tempos em tempos, especialmente na época do meu aniversário, gosto de dar uma paradinha e olhar para dentro de mim, para avaliar como estou me sentindo, para verificar o resultado dos meus objetivos anteriores, para definir quais são meus desejos atuais e também quais serão os projetos que focarei no próximo ano.

Vivemos numa sociedade bastante conturbada e num ritmo muito acelerado e se não tomarmos cuidado, seremos levados pela correnteza do tempo e das demandas externas. 

Quando ignoramos nossos anseios mais profundos, chega um momento da vida que nos sentimos vazios, tristes, doentes, sem vitalidade e sem sentido de vida.

Olhar para dentro significa parar para pensar o que é realmente importante pra nós, quais são nossas necessidades mais profundas e verdadeiras e o que realmente desejamos para nossa vida e nosso crescimento pessoal. 

É também fazer uma escolha consciente de ser o dono da sua própria existência, de definir quem você é, o que você quer e o que precisa fazer para sentir que sua vida vale a pena.

Você já parou para olhar dentro de si no seu aniversário ou em outro momento da vida?
Compartilhe nos comentários sua experiência! Tenho certeza que vai colaborar com muitas outras pessoas!

SÉRIE - PLENA AOS 40
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
http://freitasadriana.com.br/



ENFRENTAR OS DESAFIOS DE CABEÇA ERGUIDA!



Quantos desafios temos que vencer por dia? Quantos problemas temos que enfrentar a cada semana? 

Eu não gosto muito de nomear as questões mais difíceis da minha vida como Problemas, mas sim como Desafios. 

Quando nomeamos um "problema" parece que nos sentimos passivas, impotentes, diante dele. Quando nomeamos "desafio", nos colocamos numa posição mais empoderada, de sermos capazes de enfrentá-lo e resolvê-lo.

Sim SOMOS CAPAZES mas quantas vezes duvidamos disso? Quantas vezes nos sentimos impotentes? Quantas vezes adoecemos? Quantas vezes desistimos?

Infelizmente é com muita frequência que alimentamos o sentimento de não sermos capazes, de sermos frágeis e de precisar de outras pessoas para ajudar.

A vida não é uma estrada reta. Muitos percalços estarão ao longo da estrada e precisamos nos preparar para lidar com todos eles de cabeça erguida e ultrapassá-los. 

Precisamos alimentar nossa confiança em nós mesmas! Treinar nossa mente para buscar soluções e para não ficarmos presas em emocionalismos. Buscar os recursos e conhecimentos que forem necessários para que esse enfrentamento não seja tão pesado, mas que possa ser mais digno de ser vivido.

Você já se sentiu frágil e impotente diante da vida? O que fez para enfrentar seus desafios?
Compartilhe nos comentários sua experiência! 
Essa troca é muito importante para nosso crescimento!

SÉRIE - PLENA AOS 40
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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FLEXIBILIZE!




Desde crianças, vamos construindo padrões e hábitos, aprendidos com nossa família e demais instituições, e eles se tornam tão automáticos que passamos a repeti-los inconscientemente. 

Nem sempre esses hábitos são bons. Muitos deles podem até ser prejudiciais para nossa saúde, nossas relações e nossas vidas pessoais. Podemos passar uma vida inteira vivendo de forma miserável e sem questionar o peso de nossas bagagens.

Por que defendemos a ferro e fogo esses padrões? Porque somos muito leais às nossas origens! Para ser desleal, precisamos ter a consciência firme pois paga-se um preço, muitas vezes alto, por escolher ser diferente da família.

Apesar de nossa rigidez, a vida demanda flexibilidade o tempo todo, especialmente nas mudanças de ciclo da vida. Cada etapa exige novos aprendizados, novos comportamentos e padrões. Se não flexibilizarmos, vamos quebrar, ou seja, adoecer ou sofrer uma crise grave.

Pense na vida de forma evolutiva! Pense que de tempos em tempos precisamos rever, reavaliar e mudar nossa visão e nossos comportamentos. Quem sabe até mudar os paradigmas!

Você já teve crises fortes e precisou mudar a força sua rigidez? Ou tem uma postura de flexibilizar sempre?
Compartilhe nos comentários sua experiência! 
Quero muito trocar ideias com vocês!

SÉRIE - PLENA AOS 40
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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VEJA A VIDA POR OUTRO ÂNGULO




Você já parou pra pensar que muitas vezes não encontramos solução para nossos desafios porque continuamos olhando da mesma forma?

Nossa visão de mundo é limitada ao tamanho do conhecimento que temos.

Quando os clientes chegam na terapia a função do terapeuta é mostrar uma outra visão, uma nova forma de perceber a vida, e acrescentar novos conhecimentos sobre a família, as relações e sobre a vida.

Tentar buscar resolver nossas dificuldades sem buscar novos conhecimentos é chover no molhado, pois sua visão ainda não ampliou o suficiente para enxergar outros parâmetros e perspectivas.

Por isso é tão importante Estudar! E não digo estudar somente na escola, mas sim estudar tudo! Ter uma postura de Aprendiz na vida, utilizando todas as experiências como aprendizado. Também é importante ler livros ou ouvir audiolivros, assistir palestras, participar de cursos ou de eventos que possam acrescentar novas ideias sobre a vida.

Você já tem essa postura de Aprendiz na vida? Ou precisa desenvolvê-la?
Compartilhe nos comentários sua experiência! 
Vamos juntas criar novas perspectivas!

SÉRIE - PLENA AOS 40
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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ESTABELEÇA OBJETIVOS MAIORES E FOQUE NELES




Muitas pessoas reclamam que não conseguem ter sucesso em seus objetivos, que nada pra elas dá certo e acabam desistindo de seus projetos.

Temos uma ansiedade, uma pressa enorme diante da vida e uma frequente frustração. A sociedade consumista que vivemos nos dá a ilusão do compre-receba imediatamente. Mas a maioria das coisas na vida são processuais e requerem que a gente invista muito tempo e energia para alcançar os objetivos.

Outro problema é a falta de foco. Somos seduzidos por milhões de estímulos externos, todos os dias, que nos distraem do nosso objetivo principal, isso quando definimos esse objetivo. Na maioria das vezes temos vagas ideias dos nossos desejos.

Por isso é tão importante colocar no papel. Escrever seus desejos, escolher uma prioridade, e fazer um planejamento de ações para alcançar essa única prioridade! Um foco por vez.

Na época do meu Aniversário ou na transição para o Ano Novo eu sempre faço minha lista de desejos e ações! É preciso ter clareza! É preciso fortalecer nossa mente e ensiná-la a ter foco.

Os 3 P's são muito importantes como acréscimo: Paciência, Persistência e Perseverança! Lembrando sempre que o imediatismo não funciona, ou seja, que para alcançar nossas metas precisamos encarar nossos projetos como CONSTRUÇÃO a longo prazo. E NUNCA desistir de nós mesmos!

Você já fez sua listinha? Tem esse costume ou vai começar hoje?
Compartilhe nos comentários sua experiência! 
Quero saber quais são seus projetos!

SÉRIE - PLENA AOS 40
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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BUSQUE O EQUILÍBRIO




O que é ter uma vida equilibrada?
É aquela vida que tem espaço para a individualidade, espaço para o casal, espaço para a família, espaço para a profissão, incluindo trabalho, prazer e descanso. 

Numa vida equilibrada todos esses itens são divididos por igual?
Não necessariamente! Se estamos numa fase de investimento profissional, o foco maior será em trabalho; se estamos numa fase de início de casamento, o foco será o relacionamento do casal; se estamos numa fase com filhos pequenos, o foco será a família e assim por diante.

Ter uma vida equilibrada é se permitir viver todos esses aspectos da vida de forma dinâmica, e de preferência por escolha consciente.

Quando somente sobrevivemos e não fazemos essas escolhas conscientes, ficamos ressentidos de gastar nosso tempo em algo que não desejamos. Podemos nos tornar infelizes, doentes, culpar as pessoas ao nosso redor, e ficar paralisados na vida. 

Uma vida equilibrada requer consciência dos desejos e planejamento consciente do nosso tempo. Requer também o aprendizado do limite: saber falar "sim" para o que realmente importa e "não" para o que não é prioridade na sua vida. 

Você tem conseguido manter o equilíbrio na sua vida? Ou está devendo alguma coisa pra si mesma?
Compartilhe nos comentários sua experiência! 
Suas ideias vão colaborar com muitas outras pessoas!

SÉRIE - PLENA AOS 40
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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DESFRUTE DA VIDA




Quanto tempo você tem reservado para curtir a vida?
Curtir a vida seria apenas ter momentos de lazer e prazer?

Não necessariamente! 
Vivemos numa sociedade extremamente ansiogênica, e passamos grande parte da vida com preocupações, medos, ansiedades e foco no futuro.

Muitas vezes a vida está passando na nossa frente e não estamos percebendo pois nossa mente está ocupada na maior parte do tempo com o futuro, mas pode ser presa no passado também.

Cada momento da vida é essencial e pode ser desfrutado quando buscamos estar mais conscientes, mais presentes com o corpo e com a mente atentos ao que vivemos.

Não é preciso participar de grandes eventos para sentir que estamos desfrutando da vida. Eu costumo aproveitar os pequenos momentos do dia a dia. Já consegui extrair grande prazer e alegria ao estender roupas no varal da minha casa, ou ao estar grata por chegar em casa ou por poder caminhar na grama da Praça.

Cada momento é precioso! Nossa vida é muito preciosa e podemos construir uma vida plena sim! Só precisamos realinhar nossas escolhas com aquilo que é mais coerente com nossa sabedoria interior

O que você achou dessa série de fotos e vídeos
Compartilhe nos comentários seus sentimentos, observações e críticas!
Seu retorno é muito importante para meu crescimento!

Agradeço de coração por acompanhar o meu trabalho! Eu amei muito fazê-lo!

SÉRIE - PLENA AOS 40
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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Olá Mulheres Queridas,


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Dando continuidade à Série Plena aos 40 e em consonância com o mês Outubro Rosa, decidi fazer essa série "Mulher Plena - Saúde da Mulher" para compartilhar com vocês conhecimentos importantes sobre a saúde física, emocional, mental, relacional, familiar, e sexual Feminina.

Eu enxergo as mulheres de uma forma global. Trabalho o conceito de saúde como um todo, e por isso acredito na importância de desenvolvermos os diversos aspectos da nossa saúde para termos Saúde Total e Integral.

É muito comum nós mulheres dedicarmos grande parte de nossa vida para cuidar de outras pessoas e acabamos esquecendo de nós mesmas, deixando a saúde de lado. E quem cuida de nós?

Infelizmente nos abandonamos ou nos negligenciamos, e isso precisa mudar!!!

Cuidar de nós mesmas é imensamente importante! Não podemos ficar esperando alguém cuidar de nós, ou começar um novo ano para entrarmos na academia, ou sobrar um dinheiro para realizarmos nossos sonhos.

Hoje, faça o exercício de olhar para dentro de si mesma e ver quais os débitos que você tem consigo mesma. Anote num papel e depois escolha um desses itens para você começar a cuidar de você HOJE, AGORA!

Você é muito precisa e precisa se cuidar com muito carinho!

Abraços a todas
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
http://freitasadriana.com.br/




MULHER, VOCÊ SE SENTE SOBRECARREGADA?


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Quantas tarefas acumulamos diariamente? Quantas de nós trabalham fora de casa e ainda chegam para uma terceira jornada de trabalho doméstica?

Não estou falando apenas em desigualdade entre homens e mulheres. Mas estou falando de uma função que aprendemos desde a infância, e que está muito arraigada no nosso subconsciente: O CUIDAR.

Fomos ensinadas por várias das instituições pelas quais passamos, família, igreja, escola, sociedade e cultura, a supervalorizar o papel de cuidado da mulher. Já nas brincadeiras de criança fomos mais estimuladas com brinquedos de cuidar do que com brinquedos de ação e aventura.

O problema é que mesmo nos sentindo sobrecarregadas, e às vezes mesmo conscientes do problema, temos muita dificuldade de abrir mão do PODER DO CUIDAR. Você já deve ter visto aquele exemplo clássico da mulher que sai para fazer alguma atividade e deixa uma lista enorme para o marido de como ele deve cuidar do filho.

Antes mesmo de lutar contra a desigualdade social entre homens e mulheres, precisamos lutar contra nossos próprios demônios internos. Lutar parar abrir mão das crenças arraigadas que recebemos e que nos fazem permanecer numa condição indigna nas nossas relações.

Precisamos aceitar PERDER O CONTROLE  e PERDER O PODER relacionados ao cuidado. A casa não vai cair, as crianças não vão morrer e o mundo não vai acabar! rsrsrs

Precisamos também construir junto com nossos parceiros, um novo lugar dentro das relações, um lugar de valorização das habilidades de cada um, de trocas e apoio mútuo e do verdadeiro companheirismo.

SÉRIE MULHER PLENA - SAÚDE DA MULHER
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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5 DICAS FÁCEIS PARA CUIDADOS DIÁRIOS DA MULHER


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Todo dia é dia de cuidar de nós mesmas! Não vale nos esquecer e nos abandonar! Vejamos 5 dicas práticas e fáceis para não deixarmos passar batido nosso autocuidado.

1) Ao acordar agradeça pela sua vida - a gratidão é um sentimento positivo que muda nossas vibrações. Se você começa o dia com um pensamento saudável, você está cuidando da sua mente.
2) Ao escovar dos dentes - olhe no espelho e diga "Eu Te Amo Incondicionalmente" - se você está mal e ainda não sente isso, diga "Eu Estou Aprendendo a Me Amar". Olhar para si mesma e alimentar seu amor próprio, também melhora sua autoestima.
3) Pelo menos uma vez ao dia escolha fazer uma refeição realmente nutritiva e saudável - o ideal é fazer todas as refeições assim mas pra começo de conversa já seria bom começar com uma. Cuidar da sua alimentação é cuidar do seu corpo e da sua saúde.
4) Pratique algum exercício físico diariamente. Pode ser um alongamento antes de sair de casa ou no intervalo de trabalho, uma caminhada até o supermercado, subir as escadas do seu prédio ou fazer academia após o trabalho. Exercícios geram cargas elétricas e aumentam a energia e disposição para o dia a dia.
5) Desacelere antes de dormir. Deixe o celular no silencioso mais ou menos meia hora antes de deitar. Faça um exercício de meditação com respiração, durante 5 a 10 minutinhos. Isto vai ajudar a diminuir a ansiedade do cotidiano e te preparar para dormir uma boa noite de sono.


SÉRIE MULHER PLENA - SAÚDE DA MULHER
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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MULHER PLENA – SOMOS TODAS BRUXAS!


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Hoje gostaria de compartilhar uma reflexão muito pessoal, nada histórica nem científica, sobre a metáfora da Mulher Bruxa.

Nas estórias infantis, a bruxa sempre foi vista como a pessoa má, que queria prejudicar os outros. Na história da humanidade, houve um período de caça às bruxas e queima dessas mulheres na fogueira, sendo elas também consideradas más e prejudiciais à sociedade.

Ao pensar sobre esses pequenos recortes, observei que por trás dessas histórias/estórias, essas mulheres têm um Poder muito especial, seja por um conhecimento diferenciado (cura, ervas, energias etc.), ou uma capacidade psíquica avançada ou uma percepção altamente aguçada que chamarei de intuição.

O fato é que essas habilidades das mulheres gerou algum tipo de ameaça para um determinado tipo de sociedade, que fez de tudo para aterrorizar a Psicologia da Mulher e diminuir, até mesmo eliminar o seu Poder. 

Infelizmente vivemos uma história muito real de repressões, violências, castração dos nossos potenciais e descrédito de nossas habilidades. E infelizmente fomos nos acuando, fomos acreditando nessas crenças distorcidas, diminuindo nossa autoestima e deixando de investir no desenvolvimento das nossas habilidades pessoais.

Uma Mulher Bruxa não é uma mulher má, mas sim é aquela que investe em si mesma acreditando e desenvolvendo o seu Poder Interior. É aquela que descobre a si mesma a cada dia, conhece seus potenciais, domina seus defeitos, ultrapassa seus limites, se posiciona com segurança na relação com os outros, e  confia na sua intuição. Sem misticismos, sem mimimi, sem permitir que os conceitos e os limites externos a impeçam de crescer, de se transformar e evoluir. 

ESTÁ NA HORA DE RESGATARMOS NOSSO PODER INTERIOR!


SÉRIE MULHER PLENA - SAÚDE DA MULHER
Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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CRISE DA MULHER DE 30: Sem Marido, Sem Filhos, o que fazer da vida? 


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Quando eu estava com 31 anos, me apaixonei por um cara que não me correspondeu. Não sei por que nesse momento caiu uma ficha existencial de que eu podia nunca casar e ter filhos, e isso pra mim era a coisa mais importante, era meu sentido de vida. Caí num buraco vazio, numa crise de sentido e tive até que pedir sessão extra pro meu terapeuta. 

É muito comum a mulher chegar na casa dos 30 anos e ficar desesperada por não ter marido nem filhos. Fomos educadas para supervalorizar o papel de mulher da casa, de esposa e de mãe. Aos 30 anos nossa fertilidade começa a cair e entramos em crise caso não tenhamos outro entendimento da vida.

Naquela época nós trabalhamos na terapia que Sentido Vida não podia ser uma coisa externa a nós, que dependesse dos outros. Deveria ser algo pessoal, um desejo de melhorar algo, de evoluir em alguns aspectos necessários. Totalmente individual. Então redefini meu sentido para cuidar da ansiedade e buscar ser coerente comigo mesma. Hoje tenho como sentido de vida, desenvolver ao máximo meus potenciais! Estar sempre em evolução. 

E eu construí uma vida muito digna e plena apesar de não ter realizado aquele desejo. Precisamos estar abertas para a vida e aproveitar as experiências que ela nos oferece. Assim vivemos o momento presente, sem angústia, sem neura, sem uma agenda rígida.

E você? Já passou pela crise dos 30? Deixe seu depoimento nos comentários para colaborar com outras mulheres!


Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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CANSADA! De Cuidar de Todos e Esquecer de Si Mesma?


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Desde criança nós mulheres aprendemos a cuidar dos outros. Nossos brinquedos e brincadeiras já nos conduziam para supervalorizamos o papel de cuidadora. Quando adultas repetimos esse papel, sem parar para pensar, mas o problema maior é quando nos esquecemos de cuidar de nós mesmas e nos tornamos insatisfeitas e infelizes.

Nós mulheres muitas vezes nos abandonamos e criamos expectativas de que os outros cuidem de nós. Ficamos muito magoadas ou até raivosas se ninguém presta atenção nas nossas necessidades. 

Quando cuidamos muito, damos a ilusão para os outros de que somos fortes e que não precisamos ser cuidadas. É preciso dar espaço para ser aparecer a própria fragilidade e mostrar as próprias carências para que o outro possa também ser cuidador e aí sim construir uma relação de troca.

E de toda forma, não podemos colocar essa responsabilidade na mão de outra pessoa. Precisamos parar de esperar do outro, e olhar para dentro de nós, com o objetivo de descobrir nossas verdadeiras necessidades e cuidar com carinho delas. Somos responsáveis e somos capazes!


Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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MULHER – Você está presa em Relacionamentos Abusivos e não sabe o que fazer?


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É alarmante a quantidade de mulheres que vive problemas de relacionamentos abusivos, desde os psicológicos até os físicos mais graves. Nossa educação ancestral familiar e social-cultural, mais do que erroneamente, nos levou a nos sentir inferiores e a tolerar relacionamentos indignos na nossa vida. A mulher precisa resgatar seu senso de valor, seu senso de força interior para enfrentar de cabeça erguida e sair de todos os contextos que a deixam vulnerável a sofrer violência!

Para piorar a situação, homens e mulheres não foram educados para construir relações saudáveis, e acabam repetindo de forma inconsciente os modelos negativos que aprenderam com o casamento dos pais e outras referências familiares. Infelizmente são poucos casais buscam se preparar e aprender novos conhecimentos sobre relações humanas para fazerem seus relacionamentos crescerem e florescerem!

Quando resgatamos nosso Senso de Valor, podemos nos posicionar de uma forma diferente diante dos homens. Somos mais capazes de avaliar a relação, pois não ficamos dependentes do outro para sermos felizes. Somos mais capazes de sair de uma relação que não vale a pena ou de buscar melhorias se acreditamos que a relação realmente valha a pena.

Minhas Amigas, vamos então resgatar nosso Valor Próprio!?


Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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NINHO VAZIO – MÃE, como aprender a lidar com a Dor da Separação


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Como eu disse num post anterior, as mulheres aprenderam a supervalorizar o papel de cuidadora. É muito comum a mulher se apaixonar pelo papel de mãe, se dedicar toda a vida a ele, até mesmo esquecendo ou minimizando seus outros papéis, e quando os filhos saem de casa a dor do ninho vazio é enorme.

A separação emocional é um dos processos mais importantes das famílias, pois para dar continuidade a evolução humana, os indivíduos precisam crescer, evoluir e se tornar adultos. Quando há uma supervinculação da mãe com os filhos, esse processo fica mais difícil e ambos os lados podem sofrer muito.

Essa Mulher Mãe, se não tiver sentido de vida próprio além da maternidade, se tiver um casamento ruim para o qual ela não queira voltar, se não tiver apoio em sua rede familiar-social, pode ficar presa nesse papel inclusive impedindo a evolução dos filhos. 

Então é muito importante, antes dos filhos ficarem adultos, investirmos em descobrir qual é nosso sentido de vida individual. Buscar desenvolver novos desejos e sonhos pra nossa vida. Para a evolução de todos!

Minha amiga, se você está nessa fase ou já passou por ela, compartilhe conosco sua experiência! 


Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
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ACHO QUE SOU FRÍGIDA – Como resolver meu problema?


mulher, saúde da mulher, outubro rosa, mulher plena, saude total e integral da mulher, feminino, feminilidade, feminismo, cuidar de si, autoestima, autoconhecimento, desenvolvimento humano, crescimento pessoal, qualidade de vida, trabalho com mulheres, o mito da fragilidade, a deusa interior, as deusas e a mulher, e a louca tinha razao


Um dos maiores problemas femininos é a sexualidade. Fomos reprimidas no nosso corpo de uma forma tão intensa que a maioria de nós mulheres temos marcas de castração da sexualidade, ainda carregamos mitos sexuais de forma consciente ou inconsciente, não nos sentimos confortáveis com nosso corpo e limitamos nossas experiências sexuais.

O primeiro movimento de libertação deve começar com a mente! Comece identificando todas as crenças, verbais e não verbais (comportamentais), que você recebeu na sua infância e adolescência. Muitas vezes na hora da relação sexual, todo lixo de mensagens negativas sobre a sexualidade vêm a tona e não conseguimos nos entregar de fato ao gozo do corpo. Precisamos conhecer e questionar nossas crenças para desconstruir essas marcas.

Em casos onde houve abusos sexuais ou castrações mais intensas, precisamos buscar uma terapia corporal para destravar e desbloquear essas amarras corporais pois elas estão mais profundamente registradas e arraigadas.
ACHO QUE SOU FRÍGIDA – Como resolver meu problema?

Um dos maiores problemas femininos é a sexualidade. Fomos reprimidas no nosso corpo de uma forma tão intensa que a maioria de nós mulheres temos marcas de castração da sexualidade, ainda carregamos mitos sexuais de forma consciente ou inconsciente, não nos sentimos confortáveis com nosso corpo e limitamos nossas experiências sexuais.

O primeiro movimento de libertação deve começar com a mente! Comece identificando todas as crenças, verbais e não verbais (comportamentais), que você recebeu na sua infância e adolescência. Muitas vezes na hora da relação sexual, todo lixo de mensagens negativas sobre a sexualidade vêm a tona e não conseguimos nos entregar de fato ao gozo do corpo. Precisamos conhecer e questionar nossas crenças para desconstruir essas marcas.

Em casos onde houve abusos sexuais ou castrações mais intensas, precisamos buscar uma terapia corporal para destravar e desbloquear essas amarras corporais pois elas estão mais profundamente registradas e arraigadas.

Minhas amigas, convido vocês a participarem do Curso Saúde Total e Integral da Mulher, 100% online, para você começar o seu caminho de libertação mental e corporal!


Adriana Freitas
Desenvolvimento Humano
http://freitasadriana.com.br/




segunda-feira, 21 de novembro de 2016

SER SANTA versus SER PUTA - A SEPARAÇÃO DO FEMININO

SER SANTA versus SER PUTA

A SEPARAÇÃO DO FEMININO


Apesar de todos os avanços após a revolução sexual da década de 1960 (antes já haviam movimentos nesse sentido, como a Reforma Sexual iniciada em 1919*), homens e mulheres chegam na minha clínica ainda com profundas limitações na sua vivência da sexualidade.

A liberdade e a permissão social estão longe de significar que as famílias de fato tenham conseguido educar seus filhos para uma vivência sexual mais livre. Há que se considerar a influência das religiões e suas proibições, que marcam a liberdade sexual de uma forma negativa, carregando sua vivência de emoções negativas como a culpa, a vergonha, e enchendo nossas psiques de mitos.

Dentro desse imaginário coletivo construído historicamente, o grande fantasma para os homens é a homossexualidade e para as mulheres é tornarem-se putas. Esse fantasma feminino (não argumentarei sobre o masculino nesse texto) é decorrente de uma construção ideológica do Patriarcado e da concepção de propriedade da sociedade burguesa. Quando surge a ideia de propriedade e de deixá-la para seus descendentes, também surge a necessidade de uma mulher fiel, que daria a certeza de que os filhos seriam legítimos. A partir desses interesses, discursos de gênero foram delimitando o papel de homens e mulheres, e criando proibições e punições para quem saísse padrão.

Nesse contexto, identificamos a separação/cisão do feminino. A mulher de valor para essa sociedade é a santa, fiel, dedicada à família, subserviente ao desejo do marido, onde a sexualidade tem fins procriativos e não está ligada ao prazer feminino.

A outra mulher, a puta, tem permissão para viver o prazer sexual fora do casamento, e é procurada pelos homens, inclusive os casados, para viver a sexualidade de forma mais livre. Mas a esta mulher não é dado o valor familiar. Não é considerada confiável, pois pode gerar descendentes de outros homens, já que sua sexualidade é livre.

Vários discursos de saber, médicos, religiosos, políticos e econômicos, foram reforçando essa cisão feminina ao longo das décadas e séculos. Portanto, ainda hoje carregamos um peso histórico dos papéis que nos foram delimitados, apesar de todas as conquistas do Movimento Feminista.

A mulher cindida pode viver um estado de angústia inespecífico, uma vez que não tem permissão para expressar-se livremente na vida, tendo que controlar sua parte rejeitada, com fins de ser aceita socialmente. Como não tem consciência dessa separação do feminino, pode adoecer gravemente, inclusive deprimindo.

Geralmente, a parte mais negada pela mulher é a puta, e com ela toda complexidade da sexualidade e do prazer. Muitas mulheres não são ativas na busca do seu prazer individual (masturbação) desde jovens, antes mesmo de terem um relacionamento, e, portanto, quando em parceria, não sabem expressar seu desejo na cama, uma vez que não conhecem seu próprio corpo.

Quando a parte negada é a santa, a mulher desenvolve uma dificuldade de vincular de forma afetiva e amorosa com os parceiros, tendo permissão de viver a sexualidade livremente somente quando não têm vínculo. É muito comum estas mulheres “brocharem” quando amam. No filme Ninfomaníaca, de Lars von Trier, com o único parceiro que a personagem vincula, não consegue sentir prazer sexual.

Estimada leitora, qual parte de si mesma você pode estar rejeitando?

Em busca dessa compreensão, precisamos avaliar, na nossa história familiar, quais foram os mitos sobre a sexualidade que fomos construindo. Qual conotação a sexualidade tinha para nossas mães, tias e avós? Quais os ditos populares eram mencionados e reforçados no dia a dia? Como as mulheres tratavam o próprio corpo? Como as mulheres viviam as parcerias afetivas? O prazer era permitido ou rejeitado?

Aprendemos a ser mulher com nossas mães, tias e avós e é lá que poderemos compreender as distorções construídas sobre o feminino. Vale muito a pena refazer esse percurso histórico pessoal.

A integração do feminino é um processo longo. Venho trabalhando nessa construção há anos na minha terapia pessoal. Ter consciência do feminino na minha história de origem facilitou para que eu tivesse mais escolha sobre qual mulher eu quero ser, e vivesse menos inconscientemente o feminino que era o padrão original.

Integrar é aceitar, dar direito a existência e amar ambas as partes, a santa e a puta dentro de nós.  A terapia pode ser necessária para ajudar as mulheres nessa busca. Também existem vários trabalhos de grupo sobre o feminino, que vão ampliar a feminilidade além da dualidade santa-puta, assim como livros diversos sobre o assunto (conferir a página de indicação de livros do blog).


Queridos leitores, homens e mulheres, como foi a construção da ideia do feminino nas suas histórias de origem? Deixe sua experiência registrada no espaço para comentários abaixo!



* Magnus Hirschfeld, médico judeu e homossexual, fundou em 1919 em Berlim o Instituto de Ciência Sexual e organizou o Primeiro Congresso Internacional para a Reforma Sexual. No segundo congresso, em 1928, em Copenhage, foi eleito presidente honorário da recém-fundada Liga Mundial para a Reforma Sexual, juntamente com Havelock Ellis. (FRY, Peter, e MacRAE, Edward. O que é homossexualidade? São Paulo: Abril Cultural Brasiliense, 1985. Coleção primeiros passos. p. 88)

  
🙋🏻‍♀️Eu sou Adriana Freitas
Psicóloga e Terapeuta Sistêmica com mais de 20 anos de experiência, e estou à disposição para te ajudar.

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Adriana Freitas 🐛🦋
Saúde Total e Integral
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segunda-feira, 27 de junho de 2016

NUNCA USEI BOTOX

NUNCA USEI BOTOX



botox, nunca usei botox

Sim, eu ainda resisto ao botox aos 36, enquanto garotas de vinte e poucos já fazem uso contínuo. Sim, eu uso produtos anti-age e para a saúde da pele há anos. Sim, eu já fiz uma cirurgia plástica. Sim, eu já estou começando a ter rugas e me orgulho delas. Por que então escrever um post sobre esse assunto? Para levantar uma reflexão sobre qual o equilíbrio entre o cuidar de si e a escravidão a uma cultura mercadológica da beleza e o quanto essa cultura nos afasta da verdadeira autoestima.
O mercado precisa vender, e para tal, produz não apenas produtos de consumo, mas também ideias sobre como a vida deve ser, sobre felicidade, prazer e bem estar. Essas ideias passam por uma inteligente elaboração de marketing chegando a nós de forma mais subliminar do que explícita e vão construindo de forma generalizada nossos conceitos.
Nossa educação, tanto escolar quanto familiar, nem sempre nos ensina a ter senso crítico sobre as informações que recebemos. E por isso muitas vezes compramos uma ideia de felicidade que nem sempre corresponde aos verdadeiros desejos do nosso self mais profundo.
Outra deficiência de nossa educação é não investir no desenvolvimento do autoconhecimento. "Conhece a ti mesmo" é um aforismo grego de autoria incerta (geralmente atribuído a Sócrates), mas bastante conhecido por todos nós. Se nos fosse ensinado desde o berço, nos ajudaria a entrar em contato com nossas verdadeiras necessidades e desejos. Mas tanto as famílias quanto a sociedade e a política, têm muita dificuldade de lidar com seres pensantes, pois não sabem lidar com as diferenças nem com a oposição e argumentação inteligentes.
Dois requisitos básicos, autoconhecimento e senso crítico, já fariam a diferença para pensarmos o que realmente nos é valioso. Gastamos muito tempo, energia e dinheiro investindo em ideias vendidas pelo mercado, mas que nos trazem um bem estar provisório e ilusório. Gastamos pouca energia investindo em recursos que nos ajudariam e descobrir e alimentar nosso verdadeiro eu.
A autoestima pouco tem a ver com o conceito de beleza física vendido pelo mercado. Conheço mulheres lindas dentro desse padrão social, mas que têm uma autoestima muito baixa. Este sentimento está mais ligado a que tipo de relação eu estabeleço comigo mesmo: se me aceito como sou, se gosto de mim apesar dos meus defeitos e  se acolho minhas dificuldades, se faço um esforço para viver minha vida de uma forma consciente e adequada aos meus valores e se sou confiável para mim mesmo, se cumpro o que me prometi. Também se refere a uma busca de coerência, que significa uma constante tentativa de sintonizar nossos sentimentos e pensamentos com nossas ações. Quando somos duros, rígidos, julgadores, autoexigentes, críticos e não confiáveis para nós mesmos, nossa autoestima tende a ser comprometida.
Assim, não há botox que consiga fazer perdurar um sentimento de bem estar quando no fundo a pessoa tem um sentimento de incoerência e falta de amor próprio e quando necessidades mais profundas não estão sendo atendidas.
A grande questão não é “fazer ou não fazer Botox?”. Eu não tenho preconceito contra nenhum procedimento estético, sendo eu mesma uma usuária. Mas a questão mais importante, é pararmos para pensar se nossas necessidades estéticas são verdadeiras necessidades pessoais ou se são fruto dessas ideias mercadológicas que inconscientemente nos oprimem, e se também são parte da construção de uma ideia sócio-cultural de negação da velhice e do envelhecer.
Duas habilidades básicas se fazem urgentes: senso crítico e autoconhecimento. O quanto você tem investido nisso estimado leitor?

Adriana Freitas
Psicoterapeuta Sistêmica
em Belo Horizonte
Instagran: @solteirosecasais


Referência da Figura:
1. foto extraída do site: http://morguefile.com/search/morguefile/4/wrinkles/pop


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